Inscreva-se

A formação em Direito vai além da sala de aula, para compreender como as normas são construídas, interpretadas e aplicadas, o contato com situações reais e com diferentes áreas de atuação jurídica é parte importante da trajetória acadêmica.

É nesse contexto que estudantes do curso de Direito do Centro Universitário Nobre - UNIFAN iniciaram, na última sexta-feira (21), uma nova etapa de formação prática na Câmara Municipal de Feira de Santana. A iniciativa é resultado de um acordo de cooperação técnica entre as instituições e permitirá aos acadêmicos acompanhar de perto a rotina do Poder Legislativo.

A recepção dos estudantes aconteceu na Casa da Cidadania e contou com a participação de representantes da Câmara e da UNIFAN, durante o encontro, o presidente da Câmara, Marcos Lima, destacou a importância de aproximar o Legislativo das instituições de ensino e de criar oportunidades para que os estudantes possam contribuir e, ao mesmo tempo, ampliar seus conhecimentos.

Da teoria à prática no Direito

Ao longo do estágio, os acadêmicos terão contato com diferentes etapas e atividades relacionadas ao funcionamento do Legislativo municipal. A proposta é transformar o ambiente institucional em um espaço de aprendizagem, permitindo que conceitos trabalhados durante a graduação sejam observados na prática.

Entre as atividades previstas estão o acompanhamento da tramitação de projetos de lei, pesquisas jurídicas, análise de legislação, participação na elaboração de minutas de pareceres e acompanhamento das atividades desenvolvidas pela Procuradoria da Câmara.

Os estudantes também poderão conhecer mais de perto o trabalho das comissões, as indicações, as propostas de emendas e as diferentes fases pelas quais passam as matérias até sua tramitação no Legislativo.

Para quem está em formação, essa experiência ajuda a ampliar a compreensão sobre o Direito para além dos códigos e da teoria, o estudante passa a observar como as normas são construídas, analisadas e aplicadas dentro de uma estrutura pública.

Experiência em diferentes áreas da atuação jurídica

Os estagiários da UNIFAN atuarão em setores como a Procuradoria, a Gerência Legislativa e a Gerência de Contratações, a vivência em diferentes áreas permite que os acadêmicos conheçam possibilidades de atuação profissional e desenvolvam uma visão mais ampla sobre o trabalho jurídico no setor público.

A supervisão será realizada por profissionais da própria Câmara, entre procuradores e integrantes da área legislativa, criando uma rotina de acompanhamento próxima à realidade profissional que os estudantes encontrarão após a graduação.

O gerente Legislativo, advogado Eduardo Pimentel, também ressaltou que a experiência permitirá aos estudantes acompanhar o percurso das matérias legislativas e compreender aspectos relacionados ao controle constitucional das normas.

Universidade e comunidade mais próximas

Para a UNIFAN, a parceria reforça uma proposta de formação conectada à realidade profissional e às demandas da sociedade. A professora Tailanne Reis Pecorelli Galvão, coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica, e o professor Tarcísio Soares, responsável pelo Laboratório Constitucional e Administrativo, representaram a instituição durante a recepção.

A iniciativa também amplia a aproximação entre a universidade e o poder público, criando um espaço de troca de conhecimentos, de um lado, os estudantes têm acesso a uma experiência concreta de formação; de outro, a instituição pública se aproxima do ambiente acadêmico e dos conhecimentos produzidos dentro da universidade.

Mais do que uma oportunidade de estágio, a experiência coloca os estudantes diante de uma dimensão essencial da formação jurídica: compreender que o Direito está diretamente relacionado ao funcionamento das instituições e à vida em sociedade.

 

Expressões como “familiaridade com inteligência artificial”, “conhecimento em IA” e “experiência com ferramentas de IA” começam a aparecer com mais frequência em descrições de vagas de emprego. E um detalhe chama atenção: essa exigência já não está restrita às oportunidades de tecnologia.

A mudança ajuda a abrir uma discussão que vai muito além do mercado de trabalho: como a inteligência artificial está transformando a maneira como as pessoas estudam, trabalham, criam e tomam decisões? Essa é uma das questões que estarão no centro da FINC 2026 — Feira Internacional do Conhecimento, que chega com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”.

Comunicação, marketing, administração, vendas, educação, Direito e diversas outras áreas também estão incorporando a inteligência artificial à rotina profissional. Mas, afinal, quando uma empresa diz que procura alguém que “saiba usar IA”, o que ela realmente espera encontrar?

Não é sobre saber conversar com o ChatGPT

Saber utilizar o ChatGPT ou outra ferramenta de inteligência artificial pode ser um ponto de partida, mas não é suficiente para definir um profissional preparado para trabalhar com IA.

Imagine, por exemplo, um profissional de marketing que utiliza uma ferramenta de IA para levantar ideias para uma campanha. O diferencial não está apenas em fazer o pedido à ferramenta, mas em saber quais informações fornecer, identificar uma boa ideia entre as sugestões e adaptá-la ao público e aos objetivos da empresa.

O mesmo vale para outras profissões, um advogado pode utilizar IA para organizar informações de um documento; um profissional de Recursos Humanos pode apoiá-la na análise de currículos; um administrador pode utilizá-la para identificar padrões em dados; e um jornalista pode recorrer à tecnologia para pesquisar, organizar informações e desenvolver pautas.

Em todos esses casos, a ferramenta auxilia o trabalho, mas a decisão continua dependendo do profissional.

FINC 2026: uma conversa sobre IA que vai além das ferramentas

Se a inteligência artificial já está mudando as profissões, ela também está mudando a maneira como pensamos sobre educação, criatividade, ciência e o próprio futuro. É justamente essa discussão mais ampla que a FINC 2026 propõe colocar em evidência.

Com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”, a Feira Internacional do Conhecimento convida o público a refletir não apenas sobre o que a tecnologia é capaz de fazer, mas sobre o papel das pessoas diante dessas transformações.

A proposta reúne conhecimento, tecnologia, ciência, inovação, cultura e diferentes experiências para discutir um futuro que já começou a fazer parte do presente.

O que as empresas querem dizer quando pedem “familiaridade com IA”?

Na prática, a expectativa não é que todo profissional se torne especialista em tecnologia, o que ganha espaço é a capacidade de entender como a inteligência artificial pode ser aplicada ao próprio trabalho e utilizá-la de maneira produtiva e responsável.

Kory Kantenga, economista-chefe do LinkedIn para as Américas, explica que os empregadores querem profissionais que tenham experimentado ferramentas de IA e compreendam como elas funcionam, quando podem gerar valor e em quais situações apresentam limitações, a habilidade, portanto, vai além de simplesmente conhecer uma ferramenta.

Isso pode significar:

É por isso que “saber usar IA” está se tornando uma competência profissional: não se trata de delegar o trabalho para uma ferramenta, mas de saber trabalhar com ela.

IA pode aumentar a produtividade, mas não substitui o conhecimento profissional

Uma das principais vantagens da inteligência artificial no trabalho é a possibilidade de reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas e apoiar atividades que exigem organização, pesquisa e análise.

Um profissional pode, por exemplo, utilizar IA para transformar informações dispersas em uma primeira estrutura de relatório. Mas ainda precisará conferir os dados, interpretar os resultados e construir a versão final.

É justamente aí que entra uma habilidade cada vez mais importante: pensamento crítico.

Uma resposta produzida por inteligência artificial pode parecer convincente e ainda assim estar errada. Por isso, quanto maior o conhecimento do profissional sobre sua própria área, maior tende a ser sua capacidade de avaliar se aquela resposta realmente faz sentido.

A habilidade mais importante pode não estar na tecnologia

A inteligência artificial também está mudando o perfil de competências valorizadas pelo mercado. O Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, coloca IA e big data entre as habilidades de crescimento mais acelerado, mas também destaca competências como pensamento analítico, criatividade, resiliência, flexibilidade e adaptabilidade.

O movimento também aparece no mercado brasileiro, o LinkedIn apontou AI literacy, ou letramento em inteligência artificial, como uma das habilidades que mais crescem no país, ao lado de competências como comunicação e pensamento estratégico.

Isso ajuda a explicar por que uma vaga para um profissional de comunicação, por exemplo, pode mencionar IA sem exigir formação em tecnologia. A empresa pode estar procurando alguém que saiba usar a tecnologia para fazer melhor aquilo que já sabe fazer.

Como o estudante pode se preparar ainda na graduação?

Não é necessário esperar a chegada ao mercado de trabalho para começar a desenvolver essa competência. Um bom caminho é experimentar ferramentas de IA em atividades acadêmicas e profissionais, sempre entendendo seus limites.

Um estudante de Administração pode utilizá-las para organizar dados e testar cenários; o de Direito pode explorar ferramentas de pesquisa e organização de documentos; estudantes de Comunicação podem utilizá-las para brainstorming, planejamento e análise de conteúdo.

O importante é aprender a utilizar a tecnologia sem abrir mão da autonomia, da ética e do pensamento crítico.

O profissional do futuro não precisa saber tudo sobre IA

A transformação provocada pela inteligência artificial não significa que todas as profissões passarão a exigir conhecimentos técnicos avançados em tecnologia.

Em muitos casos, a expectativa é mais simples e, ao mesmo tempo, mais estratégica: saber quando, como e por que utilizar a IA.

Por isso, diante de uma vaga que pede “familiaridade com inteligência artificial”, vale olhar além do requisito. O mercado está sinalizando que a capacidade de trabalhar com novas tecnologias está se tornando parte da preparação profissional.

E, nesse cenário, o diferencial não está apenas em conhecer a ferramenta, mas em ter conhecimento, pensamento crítico e criatividade suficientes para saber o que fazer com ela.

Talvez a pergunta mais importante não seja “a IA vai substituir o meu trabalho?”, mas “como posso me preparar para trabalhar melhor em um mundo em que a IA já faz parte dele?”

Essa é uma das conversas que a FINC 2026 pretende ampliar: como equilibrar o avanço da tecnologia com aquilo que continua sendo essencialmente humano.

 

As aulas do semestre 2026.2 já começaram, e a UNIFAN recebe seus estudantes para mais um ciclo de aprendizado, inovação e experiências que serão marcadas pela FINC 2026, a Feira Internacional do Conhecimento

Cada novo semestre representa a oportunidade de escrever um novo capítulo na trajetória acadêmica. É tempo de reencontrar colegas, conhecer novos professores, descobrir diferentes perspectivas e dar continuidade à formação profissional em um ambiente que incentiva o conhecimento, a prática e a inovação.

A UNIFAN iniciou oficialmente o semestre letivo 2026.2, abrindo as portas para um período que vai muito além da rotina em sala de aula. Ao longo dos próximos meses, os estudantes terão acesso a uma formação que integra teoria, experiências práticas, pesquisa, extensão e desenvolvimento de competências essenciais para o mercado de trabalho.

Mais do que adquirir conhecimento técnico, a vida universitária é uma oportunidade para desenvolver pensamento crítico, autonomia, capacidade de liderança e uma visão ampla sobre os desafios da profissão e da sociedade.

Uma formação conectada às transformações do mundo

O cenário profissional muda em ritmo acelerado, impulsionado pela tecnologia, pela inovação e pelas novas demandas da sociedade. Por isso, a universidade tem um papel fundamental na preparação de profissionais capazes de acompanhar essas transformações e atuar de forma ética, criativa e responsável.

Na UNIFAN, esse compromisso faz parte da experiência acadêmica, a instituição investe em metodologias que aproximam os estudantes da realidade das profissões, proporcionando vivências que fortalecem o aprendizado e contribuem para uma formação sólida e alinhada às exigências do mercado.

Cada disciplina, projeto e atividade acadêmica representa uma oportunidade para desenvolver habilidades que farão diferença durante toda a carreira.

A FINC 2026 será um dos grandes momentos do semestre

Entre os destaques do calendário acadêmico está a FINC – Feira Internacional do Conhecimento, um dos eventos mais importantes promovidos pelo Grupo Nobre de Ensino e responsável por reunir estudantes, professores, pesquisadores e profissionais em torno de discussões que refletem os desafios do presente e as possibilidades do futuro.

Neste ano, a feira traz como tema "A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana", propondo um olhar aprofundado sobre o impacto da inteligência artificial na educação, na ciência, nos negócios, na saúde e em diferentes áreas do conhecimento.

A programação será um convite para refletir sobre como as novas tecnologias podem potencializar a aprendizagem e a inovação sem perder de vista aquilo que continua sendo insubstituível: a capacidade humana de criar, questionar, colaborar e transformar realidades.

Ao participar da FINC, os estudantes ampliam sua visão sobre temas contemporâneos, fortalecem a integração entre ensino, pesquisa e extensão e vivenciam experiências que enriquecem sua formação acadêmica.

A universidade é um espaço onde ideias se transformam em projetos

Por isso, o início de um novo semestre é também um convite para estabelecer novos objetivos, aproveitar cada experiência oferecida pela instituição e construir uma trajetória acadêmica marcada pelo protagonismo, pela dedicação e pela busca constante por evolução.

Na UNIFAN, cada estudante é incentivado a desenvolver seu potencial, explorar novas possibilidades e preparar-se para atuar com excelência em um mercado que exige profissionais cada vez mais qualificados.

Um novo ciclo começa agora

O semestre 2026.2 já está em andamento, trazendo consigo novos desafios, oportunidades e experiências que contribuirão para o crescimento acadêmico e profissional de toda a comunidade universitária.

Que este seja um período de descobertas, conexões e conquistas, e que cada aula, cada projeto e cada vivência fortaleçam o compromisso com uma formação de excelência.

A avaliação neuropsicológica tem ganhado cada vez mais espaço na prática clínica, acompanhando o aumento da demanda por diagnósticos relacionados aos transtornos do neurodesenvolvimento, doenças neurodegenerativas, dificuldades de aprendizagem e outras condições que afetam o funcionamento cognitivo. Nesse contexto, dominar as ferramentas de avaliação neuropsicológica tornou-se um diferencial para psicólogos que desejam atuar com segurança, precisão e embasamento científico.

Mais do que aplicar testes, a avaliação neuropsicológica exige conhecimento técnico, raciocínio clínico e capacidade de integrar diferentes informações para compreender o funcionamento cognitivo e comportamental de cada paciente.

O que são as ferramentas de avaliação neuropsicológica?

As ferramentas de avaliação neuropsicológica são instrumentos científicos utilizados para investigar funções cognitivas como memória, atenção, linguagem, inteligência, percepção, aprendizagem e funções executivas. Elas auxiliam na identificação de alterações cognitivas e fornecem informações importantes para o diagnóstico, acompanhamento clínico e definição das melhores estratégias de intervenção.

A escolha dos instrumentos varia de acordo com a idade do paciente, a demanda clínica e as hipóteses levantadas durante a avaliação. Por isso, conhecer as características e limitações de cada ferramenta é fundamental para obter resultados confiáveis e produzir avaliações de qualidade.

Na Pós-Graduação em Neuropsicologia da UNIFAN, os profissionais aprofundam seus conhecimentos sobre os principais instrumentos utilizados na prática clínica, compreendendo desde os critérios de aplicação até a interpretação dos resultados e a elaboração de documentos técnicos.

Por que dominar essas ferramentas é um diferencial profissional?

A qualidade de uma avaliação depende não apenas da aplicação correta dos testes, mas da capacidade do profissional de selecionar os instrumentos mais adequados, interpretar os resultados e relacioná-los ao histórico clínico e ao contexto de vida do paciente.

Além disso, os testes neuropsicológicos passam por constantes atualizações científicas e seguem normas específicas estabelecidas pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), tornando a formação continuada indispensável para quem deseja atuar na área.

Durante a especialização da UNIFAN, os estudantes desenvolvem competências voltadas à interpretação dos resultados, discussão de casos clínicos e utilização das ferramentas de avaliação neuropsicológica com rigor técnico e científico.

Como a UNIFAN prepara o profissional para esse cenário?

A Pós-Graduação em Neuropsicologia da UNIFAN foi estruturada para preparar profissionais para uma área que exige atualização constante, domínio técnico e segurança na tomada de decisões clínicas.

A formação reúne professores experientes, conteúdo atualizado e uma metodologia que integra teoria e prática, proporcionando contato com diferentes ferramentas de avaliação neuropsicológica, elaboração de laudos, interpretação de resultados e discussão de casos reais.

Esse conjunto de competências permite que o profissional esteja preparado para atuar em diferentes contextos, como clínicas, hospitais, centros de reabilitação, instituições de ensino e equipes multiprofissionais.

Por que escolher a Pós-Graduação em Neuropsicologia da UNIFAN?

Além de uma formação alinhada às evidências científicas mais recentes, a especialização oferece uma preparação voltada para as demandas do mercado e para os desafios da prática clínica contemporânea.

Entre os diferenciais do curso estão:

Para profissionais que desejam ampliar sua atuação profissional e oferecer avaliações cada vez mais precisas, investir em uma especialização representa um passo importante na construção de uma carreira sólida.

A terceira edição do Hackathon Órbita transformou a Super GameCon Feira de Santana em um espaço de criatividade, colaboração e desenvolvimento de soluções inovadoras. O evento reuniu estudantes, profissionais e entusiastas da tecnologia para enfrentar desafios reais por meio da inovação, reforçando a importância da conexão entre educação, mercado e empreendedorismo.

Realizado em parceria com o Grupo Nobre e com o patrocínio da UNIFAN – Centro Universitário Nobre, o Hackathon reafirma o compromisso da instituição com o fortalecimento do ecossistema de tecnologia e inovação em Feira de Santana, incentivando experiências práticas que contribuem para a formação de profissionais preparados para as demandas do futuro.

Estudantes da UNIFAN colocam conhecimento em prática

Um dos principais destaques da terceira edição foi a participação dos estudantes da UNIFAN, que tiveram a oportunidade de aplicar, na prática, conhecimentos desenvolvidos ao longo da graduação.

Durante a maratona, os participantes trabalharam em equipe para criar soluções inovadoras, desenvolver habilidades de resolução de problemas, comunicação, liderança e pensamento estratégico, competências cada vez mais valorizadas pelo mercado de trabalho.

A experiência proporcionou um ambiente de aprendizado intenso, no qual teoria e prática caminham juntas, aproximando os estudantes da realidade enfrentada por empresas e organizações do setor de tecnologia.

Muito além da sala de aula

A participação em iniciativas como o Hackathon reforça uma das principais características da formação oferecida pela UNIFAN: o incentivo ao aprendizado baseado em experiências reais.

Ao apoiar eventos de inovação, a instituição amplia as oportunidades para que seus estudantes desenvolvam competências técnicas e comportamentais, conheçam profissionais do setor e fortaleçam sua rede de contatos ainda durante a graduação.

Essa aproximação com o mercado contribui para uma formação mais completa, conectada às transformações digitais e às novas demandas profissionais.

Inovação como compromisso institucional

Para a coordenação da UNIFAN, investir em tecnologia significa ir além da infraestrutura ou da oferta de cursos, é criar ambientes que estimulem a criatividade, a pesquisa, o empreendedorismo e o desenvolvimento de soluções capazes de gerar impacto na sociedade.

Ao apoiar o Hackathon Órbita, a instituição fortalece sua atuação como incentivadora da inovação regional, contribuindo para a formação de profissionais preparados para liderar processos de transformação digital.

Educação e tecnologia construindo o futuro

O sucesso da terceira edição do Hackathon Órbita demonstra a importância de iniciativas que aproximam universidades, empresas e comunidade em torno da inovação.

Experiências como essa mostram que, quando educação e inovação caminham juntas, surgem oportunidades capazes de transformar carreiras, fortalecer o mercado regional e construir soluções para os desafios do futuro.

A divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é aguardada por milhões de estudantes em todo o país. No entanto, depois que as notas são publicadas, uma nova dúvida surge: o que essa pontuação realmente significa e ela é suficiente para ingressar no curso desejado?

Mais do que conhecer um número, interpretar corretamente o resultado do ENEM é fundamental para fazer escolhas mais estratégicas sobre o futuro acadêmico. Compreender como funciona a avaliação, calcular a média exigida pelos processos seletivos e analisar as possibilidades de ingresso são etapas que ajudam o estudante a aproveitar melhor o desempenho obtido no exame.

Neste artigo, você vai entender como interpretar sua nota, descobrir o que influencia a pontuação e conhecer as diferentes formas de utilizar o resultado para ingressar no ensino superior, inclusive na UNIFAN.

O que significa cada nota do ENEM?

Ao acessar o boletim de desempenho, o participante encontra cinco notas diferentes, referentes às quatro áreas do conhecimento avaliadas nas provas objetivas e à redação.

São elas:

Cada uma dessas notas representa o desempenho do candidato em competências específicas. Por isso, é comum que um estudante tenha resultados diferentes entre as áreas, demonstrando maior facilidade em determinados conteúdos.

Essa divisão também permite que instituições de ensino atribuem pesos diferentes às notas, dependendo do curso escolhido.

Por que dois candidatos com o mesmo número de acertos podem ter notas diferentes?

Essa é uma das dúvidas mais frequentes entre os participantes do ENEM.

O motivo está na Teoria de Resposta ao Item (TRI), metodologia utilizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para calcular as notas das provas objetivas.

Ao contrário das avaliações tradicionais, em que basta contar os acertos, a TRI considera fatores como:

Isso significa que acertar muitas questões consideradas difíceis e errar diversas questões fáceis pode indicar um padrão inconsistente de respostas, influenciando a nota final.

Essa metodologia foi desenvolvida para tornar a avaliação mais precisa e reduzir o impacto de acertos ocasionais.

Como calcular a média da sua nota?

Embora a nota oficial seja calculada exclusivamente pelo Inep, é possível calcular a média utilizada em diversos processos seletivos após a divulgação do resultado.

Quando a instituição utiliza média simples, basta somar as cinco notas e dividir por cinco.

Exemplo

Imagine que um candidato tenha obtido:

A média será:

(640 + 670 + 610 + 720 + 900) ÷ 5 = 708 pontos

Algumas instituições também utilizam médias ponderadas, atribuindo maior peso às áreas relacionadas ao curso pretendido. Nesses casos, é importante consultar o edital do processo seletivo para verificar os critérios adotados.

Como saber se sua nota é boa?

Uma pergunta mais importante do que "qual foi minha nota?" costuma ser: ela é suficiente para o curso que desejo?

A resposta depende de diferentes fatores, como:

Por isso, comparar sua pontuação com notas de corte de anos anteriores pode ajudar a ter uma referência, embora esses valores variem a cada edição.

Também vale observar em quais áreas você obteve melhor desempenho. Dependendo da graduação pretendida, determinadas notas podem ter maior peso durante o processo seletivo.

O que fazer depois de receber a nota do ENEM?

Depois de conhecer seu resultado, o ideal é seguir alguns passos antes de realizar a inscrição em processos seletivos.

Analise seu desempenho

Observe em quais áreas você teve melhores resultados e identifique seus pontos fortes.

Consulte os critérios das instituições

Cada universidade ou centro universitário pode estabelecer formas diferentes de utilização da nota do ENEM.

Compare as notas de corte

As notas de corte dos anos anteriores ajudam a entender o nível de concorrência e a definir uma estratégia mais adequada.

Escolha o curso com planejamento

Leve em consideração seu desempenho, seus objetivos profissionais e o perfil da graduação desejada.

Como utilizar a nota do ENEM para ingressar no ensino superior?

A pontuação obtida no ENEM pode ser utilizada em diferentes modalidades de acesso à graduação, entre elas:

Cada modalidade possui critérios específicos, por isso é importante acompanhar os editais e os períodos de inscrição.

Na UNIFAN, sua nota do ENEM pode ser o começo da sua trajetória acadêmica

Além dos programas nacionais, muitas instituições utilizam a nota do ENEM como forma de ingresso. É o caso da UNIFAN, que permite ao candidato utilizar a pontuação obtida no exame para concorrer a vagas em diversos cursos de graduação, conforme as regras previstas no edital vigente. A instituição aceita resultados do ENEM de qualquer edição realizada nos últimos 10 anos, ampliando as oportunidades para quem concluiu o ensino médio há mais tempo e deseja iniciar ou retomar a graduação.

Reconhecida pelo conceito máximo no recredenciamento institucional do Ministério da Educação (MEC), a UNIFAN reúne tradição, qualidade acadêmica e infraestrutura moderna para formar profissionais preparados para os desafios do mercado de trabalho.

A nota do ENEM é apenas o começo da sua escolha

Receber o resultado do ENEM é um passo importante, mas interpretar corretamente a pontuação faz toda a diferença na hora de planejar o ingresso no ensino superior.

Mais do que comparar números, vale entender como a nota foi construída, conhecer os critérios dos processos seletivos e buscar uma instituição que ofereça qualidade de ensino, estrutura e uma formação alinhada às exigências do mercado.

Se você já recebeu sua nota, este pode ser o momento ideal para dar o próximo passo é transformar esse resultado em uma oportunidade de construir uma carreira de sucesso na UNIFAN.

 

Ingressar no ensino superior é o sonho de milhares de brasileiros, para muitos estudantes, porém, a dificuldade financeira acaba adiando esse projeto. Pensando em ampliar o acesso à educação, o Governo Federal oferece o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), um programa que permite financiar a graduação em instituições privadas participantes.

As inscrições para o FIES 2026.2 acontecem entre 14 e 17 de julho, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O processo é gratuito e destinado aos candidatos que atendem aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Na UNIFAN, acreditamos que a educação transforma vidas. Por isso, acompanhamos cada etapa da jornada do estudante, desde o ingresso na graduação até a formação de profissionais preparados para fazer a diferença na sociedade.

O que é o FIES?

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Governo Federal que financia cursos superiores presenciais em instituições privadas de ensino superior com avaliação positiva no MEC.

Na prática, ele permite que estudantes tenham acesso à graduação mesmo quando não conseguem arcar integralmente com as mensalidades durante o curso, ampliando as possibilidades de acesso ao ensino superior.

Quem pode participar do FIES 2026.2?

Para concorrer a uma vaga é necessário atender aos requisitos do programa.

O candidato deve:

FIES Social amplia o acesso ao ensino superior

O processo seletivo também contempla o FIES Social, modalidade criada para ampliar o acesso de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Nesse caso, 50% das vagas são reservadas para candidatos inscritos no CadÚnico com renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Dependendo da situação do estudante e das regras do programa, o financiamento pode chegar a 100% do valor da graduação.

Essa iniciativa fortalece o compromisso com uma educação mais inclusiva e acessível.

Calendário do FIES 2026.2

Os candidatos devem ficar atentos aos prazos divulgados pelo MEC.

Como fazer a inscrição?

A inscrição é realizada exclusivamente pela internet.

O estudante deve acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior utilizando sua conta Gov.br, preencher os dados solicitados, escolher até três opções de curso e acompanhar todas as etapas do processo seletivo.

Após a divulgação do resultado, os pré-selecionados precisam complementar a inscrição dentro do prazo informado pelo MEC. 

Por que escolher a UNIFAN?

Escolher uma graduação vai muito além da mensalidade ou da localização. A instituição onde o estudante constrói sua formação influencia diretamente sua experiência acadêmica e profissional.

Na UNIFAN, o aluno encontra um ambiente acolhedor, professores experientes e uma formação conectada às necessidades do mercado de trabalho.

O Centro Universitário oferece:

Mais do que formar profissionais, a UNIFAN busca formar pessoas preparadas para transformar realidades por meio do conhecimento.

Seu futuro começa com uma oportunidade

Toda grande conquista começa com uma decisão. Para muitos estudantes, essa decisão é dar o primeiro passo rumo ao ensino superior.

Se você deseja construir uma carreira sólida, ampliar suas oportunidades no mercado de trabalho e estudar em uma instituição comprometida com a qualidade da formação, o FIES pode ser o caminho para tornar esse projeto possível.

Na UNIFAN, acreditamos que a educação transforma histórias. Estamos prontos para caminhar ao seu lado nessa nova etapa.

Acompanhe nossos canais oficiais para conferir os cursos participantes, orientações sobre matrícula e todas as informações sobre o FIES 2026.2.

 

Quer começar a graduação com bolsa de estudos ou financiamento estudantil? O ProUni 2026 e o FIES 2026 continuam sendo duas das principais formas de acesso ao ensino superior para estudantes que realizaram o ENEM. Se você deseja estudar na UNIFAN, este guia reúne as principais informações sobre os programas, quem pode participar, como funciona a inscrição e quais cursos costumam ser contemplados.

O que é o ProUni 2026?

O Programa Universidade para Todos (ProUni) oferece bolsas de estudo integrais (100%) e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior para estudantes que atendem aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

A seleção acontece com base na nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), além da comprovação de renda e do cumprimento dos demais requisitos previstos no edital.

Quem pode participar do ProUni 2026?

Para concorrer a uma bolsa do ProUni 2026, o candidato deve, entre outros critérios:

É importante acompanhar a publicação do edital oficial para conferir todas as regras e os documentos exigidos.

Como funciona o FIES 2026?

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Governo Federal que permite financiar parte ou a totalidade das mensalidades do curso superior, possibilitando que o estudante pague o financiamento em condições facilitadas após a conclusão da graduação, conforme as regras vigentes.

Assim como o ProUni, o ingresso ocorre por meio de processo seletivo baseado na nota do ENEM e nos critérios socioeconômicos definidos pelo Ministério da Educação.

Quem pode participar do FIES 2026?

Os critérios são definidos a cada edição do programa, mas normalmente incluem:

Antes da inscrição, vale a pena consultar o edital atualizado para verificar todos os requisitos.

Qual a diferença entre ProUni e FIES?

Embora ambos facilitem o acesso ao ensino superior, eles possuem objetivos diferentes.

ProUni FIES
Oferece bolsas de estudo de 50% ou 100%. Oferece financiamento das mensalidades.
O estudante não paga a parte coberta pela bolsa. O valor financiado é pago posteriormente, conforme as regras do programa.
Destinado a estudantes que atendem aos critérios de renda e desempenho no ENEM. Também exige critérios de renda e desempenho no ENEM, mas funciona como financiamento estudantil.

A escolha depende da situação financeira do candidato e do resultado obtido no processo seletivo.

Como fazer a inscrição no ProUni 2026 e no FIES 2026?

O processo ocorre exclusivamente pelos sistemas oficiais do Governo Federal durante o período de inscrições.

De forma geral, o candidato deve:

  1. Acompanhar a publicação do edital.
  2. Conferir se atende aos critérios exigidos.
  3. Fazer a inscrição dentro do prazo.
  4. Escolher o curso e a instituição.
  5. Aguardar o resultado.
  6. Realizar a comprovação das informações, caso seja pré-selecionado.

Perder os prazos pode significar esperar pela próxima edição do programa.

Vale a pena estudar na UNIFAN?

Mais do que ingressar na faculdade, escolher uma instituição de ensino é investir no próprio futuro.

Na UNIFAN, os estudantes encontram:

Esses diferenciais contribuem para uma formação acadêmica sólida e conectada às demandas profissionais.

Fique atento aos prazos do ProUni 2026 e FIES 2026

Os calendários do ProUni 2026 e do FIES 2026 são divulgados pelo Ministério da Educação ao longo do ano.

Se você pretende estudar na UNIFAN utilizando bolsa ou financiamento estudantil, acompanhe regularmente os canais oficiais da instituição e do Governo Federal para não perder nenhuma etapa do processo.

Estude na UNIFAN

Quer construir uma carreira de sucesso com ensino de qualidade, infraestrutura moderna e formação voltada para o mercado?

Acompanhe os processos seletivos da UNIFAN e fique atento à abertura das inscrições do ProUni 2026 e do FIES 2026 para garantir a oportunidade de iniciar sua graduação.

 

Investir em experiências práticas que aproximem os estudantes da realidade profissional é um dos compromissos permanentes da UNIFAN. Reforçando essa proposta, o Centro Universitário firmou uma parceria com a Câmara Municipal de Feira de Santana para a implantação de um novo campo de prática destinado aos alunos do curso de Direito.

A iniciativa amplia as oportunidades de formação dos estudantes, que passarão a vivenciar de perto o funcionamento do Poder Legislativo, acompanhando atividades relacionadas às áreas de Direito Constitucional e Direito Administrativo. A experiência permitirá que os futuros profissionais desenvolvam competências essenciais para a atuação jurídica, conectando os conhecimentos adquiridos em sala de aula às demandas reais da administração pública.

Para a vice-reitora da UNIFAN, Mariana Souza, a parceria reforça o compromisso da instituição em ampliar as oportunidades de aprendizagem prática oferecidas aos estudantes. “A proposta é fortalecer a integração entre teoria e prática, enquanto os conteúdos acadêmicos seguem sendo desenvolvidos na universidade, os estudantes terão a oportunidade de acompanhar atividades diretamente na Câmara Municipal, ampliando sua compreensão sobre o funcionamento do Poder Legislativo e sua importância para a sociedade. É uma experiência que contribui significativamente para a formação profissional e cidadã dos nossos alunos”, destaca.

Conforme destacou o procurador-geral da Câmara, Eurico Santana, a cooperação entre as instituições vai além da observação das atividades legislativas. A proposta também prevê a inserção dos estudantes em iniciativas promovidas pela Casa da Cidadania, incluindo projetos da Escola do Legislativo, como a produção de uma revista científica e o trabalho de análise, atualização e sistematização da legislação municipal já aprovada. 

Segundo a coordenadora do curso de Direito da UNIFAN, Lorena Peixoto, a parceria possibilitará que estudantes desenvolvam atividades na Câmara Municipal relacionadas aos conteúdos de Direito Administrativo e Direito Constitucional. A iniciativa amplia os espaços de aprendizagem da graduação, permitindo que eles relacionem os conhecimentos acadêmicos às experiências vivenciadas no ambiente legislativo.

Lorena ressalta ainda que as atividades contarão com acompanhamento docente, assegurando que a experiência prática esteja alinhada aos objetivos pedagógicos do curso e contribua efetivamente para a formação profissional dos estudantes.

A parceria com a Câmara Municipal soma-se à ampla rede de campos de prática e convênios mantida pela UNIFAN, que busca constantemente ampliar as oportunidades de aprendizagem de seus estudantes. Ao fortalecer a integração entre ensino, prática profissional e responsabilidade social, a instituição reafirma seu compromisso com a formação de profissionais qualificados e preparados para contribuir com o desenvolvimento da sociedade.

Em uma sociedade cada vez mais conectada, saber utilizar ferramentas digitais deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. Aplicativos de mensagens, serviços bancários, consultas médicas, redes sociais e até o contato com familiares acontecem, muitas vezes, por meio da tecnologia. No entanto, para muitos idosos, esse universo ainda pode parecer complexo e distante.

Com o objetivo de promover inclusão digital para idosos, autonomia e qualidade de vida, a UNIFAN realizou uma capacitação tecnológica voltada aos participantes do projeto Vida Nobre dos Idosos, iniciativa desenvolvida pelo Instituto Nobre. A ação reuniu cerca de 40 idosos em uma trilha de aprendizagem composta por três encontros, nos quais os participantes puderam aprender, na prática, a utilizar recursos do celular, aplicativos e ferramentas digitais presentes no dia a dia.

Além de ampliar o acesso à tecnologia para a terceira idade, a iniciativa também proporcionou uma rica experiência aos estudantes da instituição, que atuaram diretamente no acompanhamento e orientação dos participantes durante as atividades.

De acordo com o coordenador dos cursos de tecnologia, José Augusto, o projeto alcançou resultados que vão além do aprendizado técnico.

"Os nossos participantes estão super felizes, foram cerca de 40 pessoas da melhor idade nessa trilha de três encontros. A satisfação é ainda maior porque nossos estudantes também participam ativamente dessa experiência, compreendendo na prática o papel da tecnologia como ferramenta de inclusão e transformação social", destacou.

Aprender para se conectar com o mundo

Mais do que descobrir funções de um aparelho celular, para muitos participantes a capacitação representou a oportunidade de ganhar independência, fortalecer vínculos com familiares e sentir-se mais seguro diante das transformações tecnológicas que fazem parte da rotina atual.

Durante os encontros, era possível perceber a curiosidade, o entusiasmo e a disposição dos idosos em aprender algo novo. Cada dúvida esclarecida e cada nova funcionalidade compreendida representavam uma conquista importante para quem deseja acompanhar as mudanças do mundo sem perder sua autonomia.

Uma das participantes resumiu esse sentimento ao falar sobre sua principal motivação para participar das oficinas. "O que eu mais quero é entender um pouco do celular."

Já outra participante destacou um aspecto fundamental da inclusão digital: aprender a utilizar a tecnologia de forma consciente e segura. "Mexer nesse aparelho que é tão importante, mas que a gente tem que ter cuidado."

As falas refletem uma realidade cada vez mais presente entre a população idosa: o desejo de continuar aprendendo, se adaptando às novas tecnologias e participando ativamente da sociedade digital.

Instituto Nobre é uma organização social

O Instituto Nobre é uma organização social ligada ao Grupo Nobre que desenvolve projetos voltados para educação, cidadania, inclusão social e promoção da qualidade de vida. Entre suas iniciativas está o projeto Vida Nobre dos Idosos, que oferece atividades de convivência, aprendizado, bem-estar e envelhecimento ativo, criando oportunidades para que os participantes mantenham uma vida socialmente ativa e saudável.

A iniciativa é acompanhada por Salette Souza, responsável pelo Instituto Nobre, que atua no fortalecimento de ações voltadas à valorização da pessoa idosa e ao desenvolvimento de projetos que promovem inclusão, acolhimento e participação social.

Formação acadêmica e impacto social caminham juntos

A capacitação reforça um dos pilares da formação oferecida pela UNIFAN: a conexão entre conhecimento acadêmico e transformação social. Ao participar de ações como esta, os estudantes desenvolvem competências técnicas e humanas, vivenciando experiências reais que contribuem para sua formação profissional e cidadã.

Ao mesmo tempo, os idosos ganham mais confiança para utilizar ferramentas digitais, acessar serviços online, manter contato com familiares e navegar com mais segurança no ambiente virtual

© 2026 - UNIFAN
 - 
Grupo Nobre de Ensino - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido com
por
cogfile-emptygraduation-hatbookmarkuseruserschevron-downarrow-right