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Promovido pela UNEF e pela UNIFAN, evento será realizado de 20 a 22 de outubro e terá a inteligência artificial como tema central

Feira de Santana se prepara para receber mais uma edição da FINC, festival promovido pela UNEF e pela UNIFAN que propõe conectar conhecimento, inovação, tecnologia e mercado de trabalho. Com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”, a edição de 2026 será realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, nas dependências da UNEF, reunindo atividades voltadas a diferentes áreas do conhecimento.

A proposta é ampliar o diálogo entre universidade, mercado e sociedade, colocando em pauta as transformações provocadas pela inteligência artificial e o papel da criatividade, do pensamento crítico e das competências humanas diante das novas tecnologias. O festival também será aberto ao público externo, permitindo a participação de pessoas que não integram a comunidade acadêmica das instituições.

Com a proximidade do evento, a organização já definiu orientações importantes para quem pretende participar, especialmente em relação à compra dos ingressos, às regras de acesso e aos canais de atendimento.

Ingressos garantem acesso às atrações durante os três dias

Uma das principais informações para os participantes é que o ingresso da FINC 2026 dará acesso a todas as atrações previstas para os três dias do festival. A programação detalhada, com os horários e as informações sobre cada atividade, deve ser acompanhada pelos canais oficiais das instituições.

Não haverá venda dos ingressos na entrada do evento, o que torna necessário realizar a compra antecipadamente, cada ingresso é nominal e intransferível, com limite de até cinco unidades por CPF.

Para facilitar o pagamento, a organização disponibiliza parcelamento em até 12 vezes com juros ou em até três vezes sem juros.

Ingresso digital dispensa impressão

Os participantes poderão apresentar o ingresso diretamente pelo celular, sem necessidade de impressão, o documento digital será utilizado para validar a entrada e registrar a presença no evento.

Caso o ingresso não seja recebido por e-mail, o participante poderá solicitar o reenvio pelo endereço eventos@gruponobre.edu.br. Para agilizar o atendimento, é necessário encaminhar o comprovante de compra, o nome completo e o CPF para verificação.

O e-mail também é o canal oficial para esclarecer dúvidas relacionadas à compra e aos ingressos. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h.

Regras para registros e cancelamentos

A produção de fotografias e vídeos durante a FINC será permitida para uso criativo, no entanto, quem pretende realizar registros com finalidade comercial deverá entrar em contato com a coordenação do evento para obter orientações sobre as condições de participação na lista de patrocinadores.

Em relação aos cancelamentos, as compras realizadas pela internet estão sujeitas ao direito de arrependimento, com possibilidade de restituição integral no prazo de sete dias a partir da contratação, conforme as condições legais aplicáveis. Após esse período, o regulamento não prevê reembolso por desistência voluntária ou ausência do participante. Em caso de cancelamento ou alteração do evento por iniciativa da organização, a restituição dos valores pagos é assegurada nos termos previstos.

Um encontro entre conhecimento, tecnologia e mercado

Ao reunir diferentes áreas do conhecimento em torno das transformações tecnológicas, a FINC 2026 busca ampliar as possibilidades de troca entre estudantes, professores, profissionais, pesquisadores, empreendedores e demais interessados nos caminhos da inovação.

A realização do festival pela UNEF e pela UNIFAN reforça a proposta de aproximar a formação acadêmica das discussões que movimentam a sociedade e o mercado de trabalho. Com a inteligência artificial como ponto de partida, a programação pretende estimular reflexões sobre como o desenvolvimento tecnológico pode dialogar com a inteligência humana e contribuir para a construção de novas perspectivas profissionais.

Os interessados em participar devem acompanhar os canais oficiais da UNEF e da UNIFAN para conferir as atualizações sobre a programação e acessar o link de inscrição, disponível na bio dos perfis das instituições no Instagram.

Equipe de Engenharia da Computação ficou entre as três melhores do Brasil e levou a Bahia e o Nordeste ao pódio da competição

Cinco estudantes da UNIFAN, em Feira de Santana, conquistaram um resultado de destaque no cenário nacional de tecnologia. A equipe NEXUSTECH, formada por alunos de Engenharia da Computação, alcançou o 3º lugar nacional na Arena Universitária 2026, ficando entre as três melhores equipes da competição.

O resultado também garantiu à equipe a primeira colocação entre os representantes da Bahia e do Nordeste, colocando os estudantes da UNIFAN em evidência em uma competição que reuniu participantes de diferentes estados brasileiros.

Integram a NEXUSTECH os estudantes Isaac Fonseca Gonçalves dos Santos, Daniel Azevedo Barbosa Rodrigues, Bernardo Santos Araujo de Oliveira, Jhonata Oliveira Barreto e Vinícius Meira Sarinho.

Do conhecimento à prática: estudantes da UNIFAN enfrentam desafio nacional

A conquista foi construída ao longo de aproximadamente 36 horas de competição. Durante a jornada, os estudantes precisaram colocar em prática conhecimentos e habilidades desenvolvidos ao longo da formação acadêmica.

A Arena Universitária contou com desafios que envolveram raciocínio lógico, matemática, ciências, tecnologia, atualidades e conhecimentos gerais. A equipe também passou por missões surpresa e por um desafio final que exigiu estratégia, interpretação e trabalho coletivo.

Mais do que domínio técnico, a experiência exigiu dos estudantes criatividade, capacidade de pesquisa, tomada de decisão, organização e trabalho em equipe — competências importantes para quem pretende construir uma carreira na área de tecnologia.

A competição também permitiu o uso de ferramentas de pesquisa e Inteligência Artificial, conforme as regras da organização, aproximando a experiência de situações cada vez mais presentes no cotidiano profissional.

Engenharia da Computação: uma formação conectada aos desafios profissionais

Para os estudantes, participar de uma competição nacional foi uma oportunidade de testar conhecimentos em um ambiente diferente da sala de aula e descobrir, na prática, como trabalhar diante de problemas complexos.

Para o coordenador dos cursos de Tecnologia da UNIFAN, professor José Augusto Almeida Araújo Júnior, o resultado demonstra a capacidade dos estudantes de aplicar diferentes competências em uma competição de alto nível.

“Ver cinco estudantes de Engenharia da Computação chegarem ao Top 3 de uma competição nacional, enfrentando equipes de diferentes estados brasileiros, é motivo de muito orgulho para toda a UNIFAN.”

Segundo o coordenador, a conquista envolveu conhecimentos e habilidades que vão além da formação técnica.

“Eles tiveram que mobilizar conhecimento, raciocínio, criatividade, estratégia, trabalho em equipe e capacidade de resolver problemas. Tudo isso faz parte de uma formação sólida em tecnologia.”

“Fico imensamente feliz por representar a Bahia”

Para Vinícius Meira Sarinho, integrante da NEXUSTECH, chegar ao pódio nacional foi uma experiência marcante tanto pelo resultado quanto pelo desafio enfrentado pela equipe.

“Fico imensamente feliz por termos chegado ao Top 3 nacional e, principalmente, por representar a Bahia e conseguir colocar nosso estado no pódio.”

O estudante também destaca o papel da experiência na trajetória acadêmica da equipe.

“Foi uma experiência incrível e conseguimos entregar um resultado ainda melhor do que esperávamos.”

Segundo Vinícius, a participação na Arena Universitária só foi possível a partir do contato com a LTEI – Liga de Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação da UNIFAN.

“A LTEI foi a nossa porta de entrada para conhecer a Arena Universitária. Se não fosse essa oportunidade, talvez a gente nem estivesse vivendo esse momento agora.”

LTEI amplia experiências em tecnologia e inovação

A participação da NEXUSTECH na Arena Universitária esteve vinculada às atividades da LTEI – Liga de Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação da UNIFAN.

A iniciativa aproxima os estudantes de experiências relacionadas à tecnologia, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento profissional, criando oportunidades para que conhecimentos trabalhados durante a graduação sejam aplicados em desafios e projetos.

Além da experiência competitiva, os integrantes da NEXUSTECH também fazem jus a um Certificado de Capacitação de 40 horas em Soft Skills, conforme as regras estabelecidas pela organização da Arena Universitária.

UNIFAN no Top 3 nacional

O resultado da NEXUSTECH representa uma conquista importante para Isaac, Daniel, Bernardo, Jhonata e Vinícius e reforça o potencial dos estudantes de Engenharia da Computação em Feira de Santana.

Ao representar a UNIFAN em uma competição nacional, a equipe levou para a Arena Universitária conhecimentos construídos durante sua formação e, ao mesmo tempo, trouxe para a instituição uma experiência que amplia as possibilidades de aprendizado e desenvolvimento profissional.

A conquista mostra que a formação em tecnologia também se constrói por meio de experiências que desafiam os estudantes a aplicar conhecimentos, trabalhar em equipe e buscar soluções para problemas reais.

Para a NEXUSTECH, o pódio nacional representa o resultado de uma jornada de dedicação, conhecimento e colaboração. Para a UNIFAN, representa a oportunidade de ver seus estudantes ocupando espaços de destaque e levando o nome de Feira de Santana e da Bahia para o cenário nacional de tecnologia.

Aline de Jesus, estudante de Farmácia da UNIFAN, em Feira de Santana, participou do IX Congresso de Farmácia Hospitalar em Oncologia e conheceu novas possibilidades de atuação do farmacêutico no cuidado ao paciente com câncer. 

A formação em Farmácia vai muito além do trabalho em drogarias, o farmacêutico pode atuar em hospitais, laboratórios, pesquisa, gestão, indústria, assistência farmacêutica, Oncologia e cuidados paliativos. Para conhecer essas possibilidades ainda durante a graduação, a estudante Aline de Jesus, da UNIFAN, em Feira de Santana, participou do IX Congresso de Farmácia Hospitalar em Oncologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA), realizado nos dias 24, 25 e 26 de setembro, no Rio de Janeiro.

A participação em congressos, eventos científicos, oficinas e outras atividades de formação faz parte de uma proposta de incentivo à vivência acadêmica adotada pela UNIFAN, que estimula seus estudantes a buscarem experiências para além da sala de aula e a acompanharem discussões relacionadas às diferentes áreas de atuação profissional.

O congresso reuniu discussões relacionadas à Farmácia Hospitalar e à assistência farmacêutica em Oncologia, permitindo que estudantes e profissionais acompanhassem temas ligados ao cuidado de pacientes com câncer, novas tecnologias e diferentes possibilidades de atuação profissional.

Para Aline, estar em um ambiente voltado especificamente à Farmácia Oncológica ajudou a transformar conceitos estudados durante a graduação em uma visão mais concreta sobre a profissão. “A atuação na Oncologia requer conhecimento, técnica e humanização”, explica.

O que faz um farmacêutico na Oncologia?

Na Oncologia, o farmacêutico atua no gerenciamento, manipulação e uso seguro de medicamentos, além de participar da orientação e do acompanhamento do paciente junto à equipe multiprofissional, a área exige conhecimento técnico, responsabilidade e atualização constante. 

Durante o congresso, Aline participou de uma oficina sobre radiofármacos, medicamentos utilizados em aplicações diagnósticas e terapêuticas, experiência que, segundo ela, ajudou a compreender melhor a dimensão dessa atuação. A atividade abordou aspectos relacionados à logística de suprimentos, manipulação e participação do farmacêutico na orientação e no cuidado ao paciente.

“Foi surreal entender nosso papel na logística de suprimentos, manipulação e presença em orientação e cuidado com o paciente”, relata.

A experiência também aproximou a estudante de discussões sobre tecnologia, entre os temas observados por Aline esteve o uso de inteligência artificial na saúde, inclusive para criação de indicadores capazes de contribuir para o aperfeiçoamento de processos e para o desenvolvimento de estratégias relacionadas ao cuidado oncológico.

Para quem está na graduação, esse contato com diferentes frentes da profissão pode ajudar a identificar áreas de interesse e compreender quais competências serão importantes para a carreira. “Enquanto aluna tenho feito o meu melhor, buscado fora do corpo acadêmico conhecer a atuação farmacêutica e todas as áreas”, afirma.

Experiência acadêmica também acontece fora da sala de aula

A participação em congressos e eventos científicos é uma das formas pelas quais os estudantes podem ampliar o contato com profissionais, pesquisas e discussões que fazem parte do cotidiano da profissão. Na UNIFAN, esse contato com diferentes ambientes de formação é incentivado como parte da experiência universitária. A instituição estimula os estudantes a participarem de congressos, eventos científicos, oficinas, projetos e ligas acadêmicas, criando oportunidades para que conheçam diferentes campos de atuação e tenham contato com profissionais que já estão no mercado.

No caso de Aline, essa busca por experiências também acontece por meio da Liga Acadêmica de Assistência Farmacêutica (LAAF), da qual é presidente. Outro espaço de aprendizagem desenvolvido dentro da trajetória acadêmica e conta com o incentivo da UNIFAN à participação dos estudantes em atividades que complementam a formação curricular.

Por meio da LAAF, Aline e os demais integrantes têm promovido atividades voltadas à ampliação do conhecimento sobre assistência farmacêutica e cuidados paliativos, contando com a participação de profissionais da Bahia e de outros estados do Nordeste. “Como presidente da LAAF, junto com todos os membros, trouxemos o conhecimento sobre o tema com farmacêuticos de excelência na Bahia e no Nordeste”, conta.

A participação em uma liga acadêmica permite que o estudante desenvolva atividades de estudo, discussão e troca de conhecimento, além de aproximá-lo de profissionais e temas que podem fazer parte de sua futura atuação.

Da graduação para diferentes possibilidades profissionais

A participação de estudantes em eventos nacionais também aproxima a graduação das transformações que acontecem no mercado e na ciência. Na Farmácia, esse movimento é particularmente relevante diante do avanço de tecnologias, novas terapias e da ampliação da atuação do profissional em equipes multiprofissionais.

Ao conhecer áreas como Farmácia Hospitalar, Oncologia, radiofarmácia, cuidados paliativos e tecnologia aplicada à saúde, o estudante começa a construir uma visão mais ampla sobre as possibilidades profissionais existentes.

Para a Aline, a experiência no congresso do INCA representa justamente esse processo: aprender, experimentar e descobrir novas possibilidades de atuação ainda durante a graduação. “É responsabilidade nossa ir além, criar oportunidades e estar pronto para experimentar novos desafios.”

 

ENADE, CPC, IGC e Conceito Institucional mostram diferentes aspectos da educação superior e podem ajudar na escolha de uma graduação

Escolher uma faculdade é uma decisão que envolve vários fatores, mensalidade, localização e estrutura costumam estar entre os primeiros pontos analisados, mas existe outra informação que pode ajudar o estudante nessa escolha: os indicadores oficiais de qualidade da educação superior.

É nesse momento que aparecem siglas como ENADE, CPC, IGC e CI. Mas o que cada uma delas significa? E será que uma nota alta, sozinha, é suficiente para escolher uma faculdade?

A resposta é não, cada indicador avalia um aspecto diferente e, por isso, entender o que eles representam ajuda a fazer uma comparação mais completa entre instituições e cursos.

O que significam as notas do MEC?

As avaliações da educação superior reúnem diferentes indicadores, cada um deles olha para uma parte da realidade acadêmica.

ENADE: como os estudantes são avaliados

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) avalia o desempenho dos estudantes concluintes em relação aos conhecimentos, competências e habilidades esperados em sua formação.

Por isso, o resultado do ENADE deve ser observado de acordo com cada curso e sua respectiva edição do exame.

CPC: avaliação do curso

O Conceito Preliminar de Curso (CPC) está relacionado aos cursos de graduação. O indicador considera diferentes informações, incluindo o desempenho dos estudantes, características do corpo docente e condições de oferta do curso.

Na prática, o CPC ajuda o estudante a olhar de forma mais específica para a graduação que pretende fazer.

IGC: uma visão da instituição

Já o Índice Geral de Cursos (IGC) permite observar a instituição de educação superior de maneira mais ampla.

O indicador considera resultados dos cursos da instituição e outros componentes previstos na metodologia oficial de avaliação.

Conceito Institucional: avaliação da faculdade

O Conceito Institucional (CI) é resultado de um processo de avaliação da instituição de educação superior.

Diferentemente do ENADE e do CPC, que estão diretamente relacionados aos cursos, o CI oferece uma visão da instituição como um todo.

E como estão os indicadores da UNIFAN?

Para quem pesquisa faculdades em Feira de Santana, os indicadores da UNIFAN – Centro Universitário Nobre podem ser consultados como parte da análise da instituição e de seus cursos.

Entre os resultados divulgados nos processos oficiais de avaliação estão:

O resultado também coloca a UNIFAN em destaque entre os centros universitários privados com fins lucrativos, com a melhor nota da categoria na Bahia, resultado que a instituição apresenta como referência entre os centros universitários baianos.

É importante observar que essas notas não representam a mesma coisa, IGC e CI estão relacionados à instituição, enquanto ENADE e CPC permitem analisar resultados associados a cursos específicos.

Por isso, quem está pesquisando uma graduação deve procurar, sempre que possível, os indicadores referentes ao curso que pretende estudar, e não apenas a nota geral da instituição.

Uma nota não conta toda a história

Os indicadores oficiais são uma parte importante da pesquisa, mas não são os únicos pontos que podem ser considerados na hora de escolher uma faculdade.

A experiência oferecida ao estudante durante a graduação também merece atenção. Alguns aspectos que podem fazer parte dessa análise são:

Esse tipo de experiência pode ajudar a aproximar o conteúdo aprendido em sala de aula da realidade profissional.

Afinal, como escolher uma faculdade?

Não existe uma única informação capaz de responder qual é a faculdade ideal para cada estudante, a escolha depende do curso, dos objetivos profissionais, da rotina e das prioridades de cada pessoa.

Para quem procura uma graduação em Feira de Santana, comparar essas informações ajuda a construir uma visão mais completa antes de tomar uma decisão. Mais do que procurar apenas a maior nota, o estudante pode perguntar: como é a formação oferecida, o que vou vivenciar durante a graduação e quais experiências podem contribuir para minha preparação profissional?

Na UNIFAN – Centro Universitário Nobre, a formação busca aproximar o estudante da realidade da profissão desde a graduação. Na prática, isso significa que o aprendizado pode ultrapassar o conteúdo apresentado em sala de aula e envolver diferentes experiências acadêmicas ao longo do curso.

Os estudantes da UNIFAN têm contato com laboratórios, clínicas, projetos de extensão, ligas acadêmicas, atividades práticas e ações voltadas à comunidade, essas experiências permitem aplicar conhecimentos, desenvolver habilidades e conhecer diferentes situações relacionadas à área de formação.

A rotina acadêmica também pode incluir oportunidades de estágio e contato com ambientes profissionais, de acordo com as características e exigências de cada curso. Para o estudante, esse contato é uma oportunidade de compreender melhor a profissão antes de concluir a graduação e começar sua trajetória no mercado de trabalho.

Outro ponto que pode ser observado é a possibilidade de participar de atividades que vão além da grade curricular, como pesquisa, extensão e projetos acadêmicos, feiras internacionais. Essas experiências podem contribuir para o desenvolvimento de habilidades como trabalho em equipe, comunicação, resolução de problemas e aplicação prática do conhecimento.

Assim, ao pesquisar uma faculdade em Feira de Santana, vale olhar para o conjunto da experiência oferecida: não apenas o resultado das avaliações, mas também como o estudante aprende, quais experiências terá durante o curso e de que maneira poderá colocar o conhecimento em prática ao longo da graduação.

 

Iniciativa da UNIFAN reúne estudantes e profissionais de diferentes áreas em atividades voltadas à promoção da saúde, prevenção e qualidade de vida de idosos em Feira de Santana

O Projeto Vida Nobre, da UNIFAN, retomou as atividades destinadas à terceira idade com uma programação que reúne ações de saúde, práticas corporais e momentos de interação. A iniciativa aproxima os estudantes da realidade da população idosa de Feira de Santana e região, ao mesmo tempo em que leva para a comunidade conhecimentos desenvolvidos no ambiente acadêmico.

Nesta retomada, a programação contou com a participação de estudantes e profissionais das áreas de Enfermagem e Educação Física. Entre as ações realizadas esteve a verificação de sinais vitais, proporcionando aos participantes um momento de acompanhamento e orientação sobre cuidados importantes no cotidiano.

Para os acadêmicos, a atividade também representa uma oportunidade de vivenciar situações relacionadas à assistência à pessoa idosa. A experiência permite aplicar conhecimentos adquiridos durante a graduação e desenvolver habilidades que fazem parte da atuação profissional, como escuta, comunicação e acolhimento.

Saúde e prevenção na terceira idade

O cuidado com a população idosa envolve diferentes dimensões e pode incluir acompanhamento da saúde, estímulo à atividade física, informação e fortalecimento dos vínculos sociais. Por isso, ações direcionadas a esse público podem desempenhar um papel importante na promoção de hábitos que favoreçam um envelhecimento com mais autonomia.

A programação do Projeto Vida Nobre reúne diferentes áreas do conhecimento justamente para oferecer uma abordagem mais ampla. Enquanto a Enfermagem contribui com ações relacionadas ao acompanhamento e à orientação em saúde, a Educação Física acrescenta atividades voltadas ao movimento e à participação dos idosos.

Além das práticas realizadas, os encontros também reservam espaço para conversa e troca de experiências, esse contato contribui para aproximar os participantes e transformar o projeto em um ambiente de aprendizado e convivência.

A iniciativa dialoga ainda com o conceito de envelhecimento ativo, que considera a participação social, a autonomia e a manutenção da saúde como elementos importantes para a qualidade de vida na terceira idade.

 

Projeto aproxima universidade e comunidade em Feira de Santana

Além do impacto direto para os participantes, o Projeto Vida Nobre da UNIFAN representa uma oportunidade de aproximar a formação acadêmica das demandas da comunidade. A experiência permite que estudantes tenham contato com situações reais e desenvolvam habilidades relacionadas à comunicação, acolhimento, orientação e atuação profissional. 

Para a instituição, iniciativas desse tipo reforçam a importância da extensão universitária como ponte entre o conhecimento produzido no ensino superior e a sociedade. O cuidado com a terceira idade não se limita ao acompanhamento de doenças, promover qualidade de vida também significa criar oportunidades para que pessoas idosas permaneçam ativas, informadas e socialmente conectadas.

É nessa perspectiva que o Projeto Vida Nobre desenvolve suas ações: reunindo conhecimento acadêmico, práticas de saúde, movimento e convivência em um mesmo espaço.

 

A formação médica vai muito além da sala de aula, para compreender os desafios da profissão e desenvolver um olhar mais atento às necessidades dos pacientes, os estudantes precisam estar em contato com diferentes cenários de atendimento e conhecer, desde a graduação, a realidade da prática profissional.

Foi nesse contexto que alunos de Medicina da UNIFAN tiveram a oportunidade de vivenciar a rotina nas unidades da rede Vida Nobre, em Feira de Santana, a experiência permitiu aos estudantes conhecer de perto o ambiente hospitalar, acompanhar sua dinâmica e ampliar a compreensão sobre os diferentes aspectos envolvidos no cuidado em saúde.

Da graduação à prática: uma experiência que aproxima o estudante da profissão

O contato com o ambiente hospitalar contribui para que o estudante consiga relacionar os conhecimentos desenvolvidos ao longo da graduação com situações encontradas no cotidiano dos serviços de saúde.

Para alunos de Medicina, essa aproximação também representa uma oportunidade de compreender aspectos que vão além do conhecimento técnico, como responsabilidade, comunicação, trabalho em equipe, acolhimento e humanização no atendimento.

Segundo a estudante de Medicina Isabela Luana, ter contato com o ambiente hospitalar desde a graduação é uma das principais expectativas dos estudantes. “Sem dúvida, um dos maiores anseios entre nós, estudantes de Medicina, é poder acessar o campo de práticas o quanto antes. Queremos experimentar aquilo que só vemos na teoria, descobrir nossas aptidões e conhecer áreas diferentes. Poder acessar as unidades do Vida Nobre nos traz justamente essa oportunidade de viver o real.”

Essa aproximação também permite que o estudante compreenda, na prática, que o atendimento médico exige adaptação diante das diferentes situações encontradas no cotidiano.

É nesse contexto que a experiência nas unidades de saúde do Vida Nobre ganham importância, ao acompanhar a rotina hospitalar, os estudantes têm a oportunidade de observar condutas, conhecer diferentes perfis de pacientes e perceber como os conhecimentos adquiridos em sala de aula são aplicados em situações concretas.

Protagonismo no processo de aprendizagem

A vivência prática também coloca o estudante diante de situações que exigem responsabilidade e participação ativa. Para Isabela, esse momento representa uma mudança importante na forma de aprender.

“É o momento de sermos protagonistas, quando o preceptor nos entrega um prontuário e nos convoca a fazer uma avaliação, por exemplo, de pacientes que estão internados, existe uma mistura de medo de errar com a vontade de aprender mais”, relata.

De acordo com a estudante, a primeira experiência no ambiente hospitalar também ajuda a compreender que a prática profissional nem sempre acontece exatamente como apresentada nos livros ou em sala de aula.

“Minha primeira visita foi à ala de Pediatria, e isso serviu para me tirar da caixa, a prática não é uma receita de bolo. Nem sempre tudo vai acontecer na ordem perfeita, o conhecimento nos capacita para atender, mas é a prática que traz a experiência necessária para lidar com aquilo que não acontece exatamente como na teoria”, apontou.

Na Pediatria, essa percepção se torna ainda mais evidente diante das particularidades de cada paciente. “É um choro que precisa ser acalmado, uma avaliação que precisa ser ajustada para cada idade, e somente a prática nos faz ganhar esse jogo de cintura”, explica Isabela.

Formação médica com experiências reais

A aproximação entre universidade e serviços de saúde é um dos caminhos para preparar profissionais capazes de lidar com os diferentes desafios encontrados no exercício da Medicina.

Na UNIFAN, experiências como essa fazem parte de uma proposta de formação que busca aproximar conhecimento acadêmico e prática profissional, permitindo que os estudantes construam sua trajetória na Medicina com contato cada vez maior com a realidade da área.

A experiência no Vida Nobre representa, assim, mais uma oportunidade para que os alunos aprendam, observem e desenvolvam competências importantes para sua atuação profissional no futuro, contribuindo para a formação da nova geração de médicos que atuará em Feira de Santana e região.

 

Programação reúne pesquisadores e profissionais de diferentes áreas para discutir transformações que já impactam a educação, o mercado de trabalho e a sociedade

O futuro do trabalho já está em transformação, inteligência artificial, novas tecnologias e mudanças sociais estão modificando profissões e criando novas demandas para quem está se preparando para o mercado. Nesse cenário, a universidade amplia seu papel ao criar espaços de discussão e contato com diferentes perspectivas.

É nesse contexto que UNEF e UNIFAN realizam, entre os dias 21 e 24 de setembro, o CICIC.26 – Congresso Internacional de Ciência, Inovação e Conhecimento. A programação, das 18h às 22h, será transmitida online pelo YouTube e reunirá especialistas de diferentes áreas para discutir temas ligados à educação, tecnologia, Direito, saúde, gestão e inovação.

O que é o CICIC.26?

O CICIC.26 é uma programação acadêmica voltada ao debate sobre ciência, inovação, tecnologia e suas relações com diferentes áreas profissionais. Durante quatro dias, estudantes, professores e profissionais poderão acompanhar discussões sobre inteligência artificial, educação, plataformas digitais, Direito, saúde digital, mercado farmacêutico, Fisioterapia, Enfermagem, Biomedicina e gestão, entre outros temas.

A programação reúne especialistas de diferentes regiões e amplia o contato dos participantes com pesquisas e experiências que ajudam a compreender mudanças que já acontecem no mercado e na sociedade.

Diferentes áreas, um mesmo debate

A programação aborda questões que atravessam diferentes profissões, na Educação, estão temas como inteligência artificial generativa, plataformas digitais e os desafios da educação básica. No Direito, entram em discussão algoritmos, segurança pública e regulação da inteligência artificial.

Na Saúde, a programação passa por tecnologia aplicada a tratamentos, reabilitação, saúde digital e inteligência artificial no mercado farmacêutico. A diversidade mostra que as transformações tecnológicas não estão restritas a uma única área. Elas já fazem parte da realidade de diferentes profissões e exigem novos conhecimentos e habilidades.

Ao aproximar estudantes de profissionais e pesquisadores, o congresso amplia as possibilidades de aprendizado e coloca em discussão assuntos que fazem parte do cotidiano de diferentes áreas de atuação.

FINC 2026 amplia a experiência universitária e deve reunir 15 mil pessoas em Feira de Santana

Em outubro, a agenda de UNEF e UNIFAN ganha uma nova dimensão com a FINC 2026, que tem expectativa de reunir 15 mil pessoas em Feira de Santana.

O festival será uma experiência de grande porte, envolvendo estudantes e diferentes equipes na construção de uma programação que combina entretenimento, cultura, convivência e experiências universitárias.

A dimensão do evento também está na estrutura necessária para colocá-lo de pé. Comunicação, produção, tecnologia, audiovisual, logística, atendimento, organização e gestão são algumas das áreas envolvidas em uma realização desse tamanho.

Para os estudantes, participar desse processo significa ter contato com situações reais, trabalho em equipe, planejamento e desafios que fazem parte do mercado profissional.

A FINC 2026 também amplia a presença da universidade na cidade, com a expectativa de receber cerca de 15 mil pessoas, o festival transforma Feira de Santana em palco de uma grande experiência universitária e aproxima ainda mais estudantes, comunidade e diferentes setores.

Assim, se o CICIC.26 cria espaço para discutir o conhecimento que está moldando o futuro, a FINC 2026 amplia essa proposta por meio da experiência e do protagonismo dos estudantes.

Duas iniciativas, formatos diferentes e uma mesma direção: uma formação que não termina na sala de aula.

 

A formação em Direito vai além da sala de aula, para compreender como as normas são construídas, interpretadas e aplicadas, o contato com situações reais e com diferentes áreas de atuação jurídica é parte importante da trajetória acadêmica.

É nesse contexto que estudantes do curso de Direito do Centro Universitário Nobre - UNIFAN iniciaram, na última sexta-feira (21), uma nova etapa de formação prática na Câmara Municipal de Feira de Santana. A iniciativa é resultado de um acordo de cooperação técnica entre as instituições e permitirá aos acadêmicos acompanhar de perto a rotina do Poder Legislativo.

A recepção dos estudantes aconteceu na Casa da Cidadania e contou com a participação de representantes da Câmara e da UNIFAN, durante o encontro, o presidente da Câmara, Marcos Lima, destacou a importância de aproximar o Legislativo das instituições de ensino e de criar oportunidades para que os estudantes possam contribuir e, ao mesmo tempo, ampliar seus conhecimentos.

Da teoria à prática no Direito

Ao longo do estágio, os acadêmicos terão contato com diferentes etapas e atividades relacionadas ao funcionamento do Legislativo municipal. A proposta é transformar o ambiente institucional em um espaço de aprendizagem, permitindo que conceitos trabalhados durante a graduação sejam observados na prática.

Entre as atividades previstas estão o acompanhamento da tramitação de projetos de lei, pesquisas jurídicas, análise de legislação, participação na elaboração de minutas de pareceres e acompanhamento das atividades desenvolvidas pela Procuradoria da Câmara.

Os estudantes também poderão conhecer mais de perto o trabalho das comissões, as indicações, as propostas de emendas e as diferentes fases pelas quais passam as matérias até sua tramitação no Legislativo.

Para quem está em formação, essa experiência ajuda a ampliar a compreensão sobre o Direito para além dos códigos e da teoria, o estudante passa a observar como as normas são construídas, analisadas e aplicadas dentro de uma estrutura pública.

Experiência em diferentes áreas da atuação jurídica

Os estagiários da UNIFAN atuarão em setores como a Procuradoria, a Gerência Legislativa e a Gerência de Contratações, a vivência em diferentes áreas permite que os acadêmicos conheçam possibilidades de atuação profissional e desenvolvam uma visão mais ampla sobre o trabalho jurídico no setor público.

A supervisão será realizada por profissionais da própria Câmara, entre procuradores e integrantes da área legislativa, criando uma rotina de acompanhamento próxima à realidade profissional que os estudantes encontrarão após a graduação.

O gerente Legislativo, advogado Eduardo Pimentel, também ressaltou que a experiência permitirá aos estudantes acompanhar o percurso das matérias legislativas e compreender aspectos relacionados ao controle constitucional das normas.

Universidade e comunidade mais próximas

Para a UNIFAN, a parceria reforça uma proposta de formação conectada à realidade profissional e às demandas da sociedade. A professora Tailanne Reis Pecorelli Galvão, coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica, e o professor Tarcísio Soares, responsável pelo Laboratório Constitucional e Administrativo, representaram a instituição durante a recepção.

A iniciativa também amplia a aproximação entre a universidade e o poder público, criando um espaço de troca de conhecimentos, de um lado, os estudantes têm acesso a uma experiência concreta de formação; de outro, a instituição pública se aproxima do ambiente acadêmico e dos conhecimentos produzidos dentro da universidade.

Mais do que uma oportunidade de estágio, a experiência coloca os estudantes diante de uma dimensão essencial da formação jurídica: compreender que o Direito está diretamente relacionado ao funcionamento das instituições e à vida em sociedade.

 

Expressões como “familiaridade com inteligência artificial”, “conhecimento em IA” e “experiência com ferramentas de IA” começam a aparecer com mais frequência em descrições de vagas de emprego. E um detalhe chama atenção: essa exigência já não está restrita às oportunidades de tecnologia.

A mudança ajuda a abrir uma discussão que vai muito além do mercado de trabalho: como a inteligência artificial está transformando a maneira como as pessoas estudam, trabalham, criam e tomam decisões? Essa é uma das questões que estarão no centro da FINC 2026 — Feira Internacional do Conhecimento, que chega com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”.

Comunicação, marketing, administração, vendas, educação, Direito e diversas outras áreas também estão incorporando a inteligência artificial à rotina profissional. Mas, afinal, quando uma empresa diz que procura alguém que “saiba usar IA”, o que ela realmente espera encontrar?

Não é sobre saber conversar com o ChatGPT

Saber utilizar o ChatGPT ou outra ferramenta de inteligência artificial pode ser um ponto de partida, mas não é suficiente para definir um profissional preparado para trabalhar com IA.

Imagine, por exemplo, um profissional de marketing que utiliza uma ferramenta de IA para levantar ideias para uma campanha. O diferencial não está apenas em fazer o pedido à ferramenta, mas em saber quais informações fornecer, identificar uma boa ideia entre as sugestões e adaptá-la ao público e aos objetivos da empresa.

O mesmo vale para outras profissões, um advogado pode utilizar IA para organizar informações de um documento; um profissional de Recursos Humanos pode apoiá-la na análise de currículos; um administrador pode utilizá-la para identificar padrões em dados; e um jornalista pode recorrer à tecnologia para pesquisar, organizar informações e desenvolver pautas.

Em todos esses casos, a ferramenta auxilia o trabalho, mas a decisão continua dependendo do profissional.

FINC 2026: uma conversa sobre IA que vai além das ferramentas

Se a inteligência artificial já está mudando as profissões, ela também está mudando a maneira como pensamos sobre educação, criatividade, ciência e o próprio futuro. É justamente essa discussão mais ampla que a FINC 2026 propõe colocar em evidência.

Com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”, a Feira Internacional do Conhecimento convida o público a refletir não apenas sobre o que a tecnologia é capaz de fazer, mas sobre o papel das pessoas diante dessas transformações.

A proposta reúne conhecimento, tecnologia, ciência, inovação, cultura e diferentes experiências para discutir um futuro que já começou a fazer parte do presente.

O que as empresas querem dizer quando pedem “familiaridade com IA”?

Na prática, a expectativa não é que todo profissional se torne especialista em tecnologia, o que ganha espaço é a capacidade de entender como a inteligência artificial pode ser aplicada ao próprio trabalho e utilizá-la de maneira produtiva e responsável.

Kory Kantenga, economista-chefe do LinkedIn para as Américas, explica que os empregadores querem profissionais que tenham experimentado ferramentas de IA e compreendam como elas funcionam, quando podem gerar valor e em quais situações apresentam limitações, a habilidade, portanto, vai além de simplesmente conhecer uma ferramenta.

Isso pode significar:

É por isso que “saber usar IA” está se tornando uma competência profissional: não se trata de delegar o trabalho para uma ferramenta, mas de saber trabalhar com ela.

IA pode aumentar a produtividade, mas não substitui o conhecimento profissional

Uma das principais vantagens da inteligência artificial no trabalho é a possibilidade de reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas e apoiar atividades que exigem organização, pesquisa e análise.

Um profissional pode, por exemplo, utilizar IA para transformar informações dispersas em uma primeira estrutura de relatório. Mas ainda precisará conferir os dados, interpretar os resultados e construir a versão final.

É justamente aí que entra uma habilidade cada vez mais importante: pensamento crítico.

Uma resposta produzida por inteligência artificial pode parecer convincente e ainda assim estar errada. Por isso, quanto maior o conhecimento do profissional sobre sua própria área, maior tende a ser sua capacidade de avaliar se aquela resposta realmente faz sentido.

A habilidade mais importante pode não estar na tecnologia

A inteligência artificial também está mudando o perfil de competências valorizadas pelo mercado. O Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, coloca IA e big data entre as habilidades de crescimento mais acelerado, mas também destaca competências como pensamento analítico, criatividade, resiliência, flexibilidade e adaptabilidade.

O movimento também aparece no mercado brasileiro, o LinkedIn apontou AI literacy, ou letramento em inteligência artificial, como uma das habilidades que mais crescem no país, ao lado de competências como comunicação e pensamento estratégico.

Isso ajuda a explicar por que uma vaga para um profissional de comunicação, por exemplo, pode mencionar IA sem exigir formação em tecnologia. A empresa pode estar procurando alguém que saiba usar a tecnologia para fazer melhor aquilo que já sabe fazer.

Como o estudante pode se preparar ainda na graduação?

Não é necessário esperar a chegada ao mercado de trabalho para começar a desenvolver essa competência. Um bom caminho é experimentar ferramentas de IA em atividades acadêmicas e profissionais, sempre entendendo seus limites.

Um estudante de Administração pode utilizá-las para organizar dados e testar cenários; o de Direito pode explorar ferramentas de pesquisa e organização de documentos; estudantes de Comunicação podem utilizá-las para brainstorming, planejamento e análise de conteúdo.

O importante é aprender a utilizar a tecnologia sem abrir mão da autonomia, da ética e do pensamento crítico.

O profissional do futuro não precisa saber tudo sobre IA

A transformação provocada pela inteligência artificial não significa que todas as profissões passarão a exigir conhecimentos técnicos avançados em tecnologia.

Em muitos casos, a expectativa é mais simples e, ao mesmo tempo, mais estratégica: saber quando, como e por que utilizar a IA.

Por isso, diante de uma vaga que pede “familiaridade com inteligência artificial”, vale olhar além do requisito. O mercado está sinalizando que a capacidade de trabalhar com novas tecnologias está se tornando parte da preparação profissional.

E, nesse cenário, o diferencial não está apenas em conhecer a ferramenta, mas em ter conhecimento, pensamento crítico e criatividade suficientes para saber o que fazer com ela.

Talvez a pergunta mais importante não seja “a IA vai substituir o meu trabalho?”, mas “como posso me preparar para trabalhar melhor em um mundo em que a IA já faz parte dele?”

Essa é uma das conversas que a FINC 2026 pretende ampliar: como equilibrar o avanço da tecnologia com aquilo que continua sendo essencialmente humano.

 

As aulas do semestre 2026.2 já começaram, e a UNIFAN recebe seus estudantes para mais um ciclo de aprendizado, inovação e experiências que serão marcadas pela FINC 2026, a Feira Internacional do Conhecimento

Cada novo semestre representa a oportunidade de escrever um novo capítulo na trajetória acadêmica. É tempo de reencontrar colegas, conhecer novos professores, descobrir diferentes perspectivas e dar continuidade à formação profissional em um ambiente que incentiva o conhecimento, a prática e a inovação.

A UNIFAN iniciou oficialmente o semestre letivo 2026.2, abrindo as portas para um período que vai muito além da rotina em sala de aula. Ao longo dos próximos meses, os estudantes terão acesso a uma formação que integra teoria, experiências práticas, pesquisa, extensão e desenvolvimento de competências essenciais para o mercado de trabalho.

Mais do que adquirir conhecimento técnico, a vida universitária é uma oportunidade para desenvolver pensamento crítico, autonomia, capacidade de liderança e uma visão ampla sobre os desafios da profissão e da sociedade.

Uma formação conectada às transformações do mundo

O cenário profissional muda em ritmo acelerado, impulsionado pela tecnologia, pela inovação e pelas novas demandas da sociedade. Por isso, a universidade tem um papel fundamental na preparação de profissionais capazes de acompanhar essas transformações e atuar de forma ética, criativa e responsável.

Na UNIFAN, esse compromisso faz parte da experiência acadêmica, a instituição investe em metodologias que aproximam os estudantes da realidade das profissões, proporcionando vivências que fortalecem o aprendizado e contribuem para uma formação sólida e alinhada às exigências do mercado.

Cada disciplina, projeto e atividade acadêmica representa uma oportunidade para desenvolver habilidades que farão diferença durante toda a carreira.

A FINC 2026 será um dos grandes momentos do semestre

Entre os destaques do calendário acadêmico está a FINC – Feira Internacional do Conhecimento, um dos eventos mais importantes promovidos pelo Grupo Nobre de Ensino e responsável por reunir estudantes, professores, pesquisadores e profissionais em torno de discussões que refletem os desafios do presente e as possibilidades do futuro.

Neste ano, a feira traz como tema "A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana", propondo um olhar aprofundado sobre o impacto da inteligência artificial na educação, na ciência, nos negócios, na saúde e em diferentes áreas do conhecimento.

A programação será um convite para refletir sobre como as novas tecnologias podem potencializar a aprendizagem e a inovação sem perder de vista aquilo que continua sendo insubstituível: a capacidade humana de criar, questionar, colaborar e transformar realidades.

Ao participar da FINC, os estudantes ampliam sua visão sobre temas contemporâneos, fortalecem a integração entre ensino, pesquisa e extensão e vivenciam experiências que enriquecem sua formação acadêmica.

A universidade é um espaço onde ideias se transformam em projetos

Por isso, o início de um novo semestre é também um convite para estabelecer novos objetivos, aproveitar cada experiência oferecida pela instituição e construir uma trajetória acadêmica marcada pelo protagonismo, pela dedicação e pela busca constante por evolução.

Na UNIFAN, cada estudante é incentivado a desenvolver seu potencial, explorar novas possibilidades e preparar-se para atuar com excelência em um mercado que exige profissionais cada vez mais qualificados.

Um novo ciclo começa agora

O semestre 2026.2 já está em andamento, trazendo consigo novos desafios, oportunidades e experiências que contribuirão para o crescimento acadêmico e profissional de toda a comunidade universitária.

Que este seja um período de descobertas, conexões e conquistas, e que cada aula, cada projeto e cada vivência fortaleçam o compromisso com uma formação de excelência.

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