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Estudante de Farmácia de Feira de Santana participa de congresso nacional do INCA e amplia contato com a Oncologia

Aline de Jesus, estudante de Farmácia da UNIFAN, em Feira de Santana, participou do IX Congresso de Farmácia Hospitalar em Oncologia e conheceu novas possibilidades de atuação do farmacêutico no cuidado ao paciente com câncer. 

A formação em Farmácia vai muito além do trabalho em drogarias, o farmacêutico pode atuar em hospitais, laboratórios, pesquisa, gestão, indústria, assistência farmacêutica, Oncologia e cuidados paliativos. Para conhecer essas possibilidades ainda durante a graduação, a estudante Aline de Jesus, da UNIFAN, em Feira de Santana, participou do IX Congresso de Farmácia Hospitalar em Oncologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA), realizado nos dias 24, 25 e 26 de setembro, no Rio de Janeiro.

A participação em congressos, eventos científicos, oficinas e outras atividades de formação faz parte de uma proposta de incentivo à vivência acadêmica adotada pela UNIFAN, que estimula seus estudantes a buscarem experiências para além da sala de aula e a acompanharem discussões relacionadas às diferentes áreas de atuação profissional.

O congresso reuniu discussões relacionadas à Farmácia Hospitalar e à assistência farmacêutica em Oncologia, permitindo que estudantes e profissionais acompanhassem temas ligados ao cuidado de pacientes com câncer, novas tecnologias e diferentes possibilidades de atuação profissional.

Para Aline, estar em um ambiente voltado especificamente à Farmácia Oncológica ajudou a transformar conceitos estudados durante a graduação em uma visão mais concreta sobre a profissão. “A atuação na Oncologia requer conhecimento, técnica e humanização”, explica.

O que faz um farmacêutico na Oncologia?

Na Oncologia, o farmacêutico atua no gerenciamento, manipulação e uso seguro de medicamentos, além de participar da orientação e do acompanhamento do paciente junto à equipe multiprofissional, a área exige conhecimento técnico, responsabilidade e atualização constante. 

Durante o congresso, Aline participou de uma oficina sobre radiofármacos, medicamentos utilizados em aplicações diagnósticas e terapêuticas, experiência que, segundo ela, ajudou a compreender melhor a dimensão dessa atuação. A atividade abordou aspectos relacionados à logística de suprimentos, manipulação e participação do farmacêutico na orientação e no cuidado ao paciente.

“Foi surreal entender nosso papel na logística de suprimentos, manipulação e presença em orientação e cuidado com o paciente”, relata.

A experiência também aproximou a estudante de discussões sobre tecnologia, entre os temas observados por Aline esteve o uso de inteligência artificial na saúde, inclusive para criação de indicadores capazes de contribuir para o aperfeiçoamento de processos e para o desenvolvimento de estratégias relacionadas ao cuidado oncológico.

Para quem está na graduação, esse contato com diferentes frentes da profissão pode ajudar a identificar áreas de interesse e compreender quais competências serão importantes para a carreira. “Enquanto aluna tenho feito o meu melhor, buscado fora do corpo acadêmico conhecer a atuação farmacêutica e todas as áreas”, afirma.

Experiência acadêmica também acontece fora da sala de aula

A participação em congressos e eventos científicos é uma das formas pelas quais os estudantes podem ampliar o contato com profissionais, pesquisas e discussões que fazem parte do cotidiano da profissão. Na UNIFAN, esse contato com diferentes ambientes de formação é incentivado como parte da experiência universitária. A instituição estimula os estudantes a participarem de congressos, eventos científicos, oficinas, projetos e ligas acadêmicas, criando oportunidades para que conheçam diferentes campos de atuação e tenham contato com profissionais que já estão no mercado.

No caso de Aline, essa busca por experiências também acontece por meio da Liga Acadêmica de Assistência Farmacêutica (LAAF), da qual é presidente. Outro espaço de aprendizagem desenvolvido dentro da trajetória acadêmica e conta com o incentivo da UNIFAN à participação dos estudantes em atividades que complementam a formação curricular.

Por meio da LAAF, Aline e os demais integrantes têm promovido atividades voltadas à ampliação do conhecimento sobre assistência farmacêutica e cuidados paliativos, contando com a participação de profissionais da Bahia e de outros estados do Nordeste. “Como presidente da LAAF, junto com todos os membros, trouxemos o conhecimento sobre o tema com farmacêuticos de excelência na Bahia e no Nordeste”, conta.

A participação em uma liga acadêmica permite que o estudante desenvolva atividades de estudo, discussão e troca de conhecimento, além de aproximá-lo de profissionais e temas que podem fazer parte de sua futura atuação.

Da graduação para diferentes possibilidades profissionais

A participação de estudantes em eventos nacionais também aproxima a graduação das transformações que acontecem no mercado e na ciência. Na Farmácia, esse movimento é particularmente relevante diante do avanço de tecnologias, novas terapias e da ampliação da atuação do profissional em equipes multiprofissionais.

Ao conhecer áreas como Farmácia Hospitalar, Oncologia, radiofarmácia, cuidados paliativos e tecnologia aplicada à saúde, o estudante começa a construir uma visão mais ampla sobre as possibilidades profissionais existentes.

Para a Aline, a experiência no congresso do INCA representa justamente esse processo: aprender, experimentar e descobrir novas possibilidades de atuação ainda durante a graduação. “É responsabilidade nossa ir além, criar oportunidades e estar pronto para experimentar novos desafios.”

 

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